A osteoporose é a perda acelerada de massa óssea, comum durante o processo de envelhecimento. Ela é causada pela dificuldade do organismo em absorver minerais, fósforo e cálcio, elementos essenciais para o fortalecimento dos ossos.

Muito mais comum entre as mulheres, embora possa atacar ambos os sexos, hoje ela é bastante mencionada pelas campanhas médicas, que buscam prevenir o surgimento de seus sintomas e informar sobre as melhores formas de tratamento.

Sintomas e tratamentos para a osteoporose

A saúde pública a considera o segundo maior problema de saúde da atualidade, ficando atrás apenas das doenças cardiovasculares. O principal alvo da osteoporose são mulheres na fase de pós-menopausa, em razão da ausência ou deficiência do hormônio feminino estrogênio, que atua diretamente na região óssea,  tornando os ossos porosos e sem resistência.

A osteoporose atinge diretamente a coluna, o pulso, o colo e o fêmur. Ao atacar o maior osso do corpo humano, há grande incidência de tombos e fraturas em idosos, que apresentam ainda maior dificuldade na recuperação.

Os principais fatores de desenvolvimento da doença são: histórico familiar de osteoporose, vida sedentária, pessoas de pele branca, falta de cálcio e de vitamina D, consumo de tabaco e bebidas em excesso e alguns tipos de medicamentos e doenças como reumatismo, diabetes, leucemia e linfoma.

Os sintomas principais são dores crônicas, deformidades físicas e encolhimento. Por causa da osteoporose, outras doenças podem ser adquiridas, como pneumonia e problemas gástricos e respiratórios por fraturas inconscientes de vértebras.

Hábitos saudáveis são uma ótima forma de se prevenir contra a doença, principalmente uma boa alimentação rica em cálcio. Atividades físicas, o hábito de tomar sol com frequência (sem esquecer-se do protetor solar) e atenção médica no processo de menopausa são algumas as atitudes que podem fazer toda a diferença.

Não há tratamento que consiga reverter a perda óssea sofrida, mas existem formas de conviver melhor com a doença, como a ingestão de grandes quantidades de cálcio e atividades físicas adequadas.

Exercícios físicos indicados para quem tem osteoporose

Quem tem osteoporose pode e deve praticar exercícios físicos, porém eles precisam ser monitorados por um profissional, para evitar riscos. Em geral, as atividades mais importantes são as que ajudam a aumentar a força muscular, para que se mantenha o equilíbrio, a postura e a força que emoldura os ossos.

Logo, exercícios que trabalham os músculos são os mais recomendados, mas há também a caminhada e a dança. As três ajudam a diminuir ou congelar a perda mineral que condena os ossos.

A caminhada aumenta a densidade óssea, fortalece e melhora o equilíbrio e a coordenação motora. São indicados 30 minutos diários.

A dança, além de trabalhar todos os ossos da perna, quadril e coluna, também é um estimulante à circulação e aumenta a disposição.

Atividades como natação, hidroginástica e ciclismo não aumentam a densidade óssea, mas ativam as atividades cardiovasculares, o que colabora para um corpo mais saudável.

O pilates é uma prática mais do que recomendada pelos seus diversos benefícios: é uma atividade que trabalha intensamente os músculos e o fortalecimento do corpo, além de ser de baixo impacto e integrar o corpo e a mente.

Evite as atividades que causem alto impacto, como corrida, saltos e aeróbica, assim como qualquer um que provoque flexão e torção moderada, como abdominais, golfe, tênis e até mesmo algumas posições de ioga.

O exercício ajuda a diminuir ou acabar com as dores, dando uma ótima sensação de bem-estar. Ele é capaz de proporcionar melhor qualidade de vida para pacientes com osteoporose, inclusive agindo melhor do que remédios, principalmente quando são aliados à boa alimentação.

Quer saber mais sobre os cuidados com o corpo e a saúde?

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